A FUNDAÇÃO DO PERDÃO
1º de outubro de 2018
Mateus 18: 21-35
Para os seguidores de Cristo, o objetivo é tornar-se cada vez mais semelhante a Ele, e uma das melhores maneiras de refletir seu caráter é através do perdão. No entanto, às vezes, essa é uma qualidade que relutamos em demonstrar porque parece tão injusto, especialmente se o erro que nos foi feito estiver em curso ou particularmente doloroso. Perdoar parece diminuir a ofensa e neutralizar a justiça.
Vamos corrigir várias percepções errôneas sobre esse aspecto de nossa fé:
A base para o nosso perdão dos outros é o perdão de Deus para nós. A passagem de hoje contém uma parábola em que um homem é perdoado por uma soma exorbitante demais para pagar. No entanto, ele se vira e exige pagamento imediato de alguém que lhe deve uma pequena quantia. É assim que somos quando pensamos que os erros dos outros contra nós devem ser vingados, embora Deus nos tenha perdoado.
A falta de perdão nos atormenta, não o malfeitor. É um veneno cáustico dentro de nós que corrompe nossas emoções, nos espanta espiritualmente e enfatiza nossos corpos. Quando não libertamos o agressor, acabamos aprisionados em amargura, ressentimento e hostilidade - e isso é pecado.
O perdão não nega o mal feito a nós. Não nega a ofensa ou a dor resultante, mas deixa de lado o direito de se equilibrar. A vingança é responsabilidade de Deus, não nossa (Romanos 12:19). Nós não temos todos os fatos, nem podemos saber o verdadeiro motivo do infrator. Só Deus pode julgar com precisão e justiça.
Quando Jesus sofreu a injustiça final da cruz, Ele confiou-se ao Pai (1 Pedro 2: 21-24). Você pode seguir o Seu exemplo e confiar em Deus com os erros feitos a você?
Bíblia em um ano: Zacarias 11-14
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